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riscos_e_rabiscos

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Cenas Que Não Interessam a Ninguém...

 

 

 

 

 

Está um calor do caraças e os meus pézinhos desde ontem que não param de reclamar dos sapatos e de andarem tanto tempo para trás e para a frente.

 

Só à bocado tive a noção da cratera que está aberta na Av. de Berna. C’um caneco! Aquilo são infiltrações de água no subsolo ou aterrou ali um OVNI e os serviços secretos não querem que se saiba?

Tinha eu ouvido dizer que se houvesse um abatimento de terra, cabia lá um autocarro… Errr… vá lá, não sejam modestos, todos sabemos que com jeitinho cabe lá uma frota inteira e mais um carrito ou dois…

 

O cheiro que perfumava o meu bus de hoje era o de bolas de Berlim. Sinceramente não sei que me estava a abrir o apetite ou a despertar o vómito. Eu até gosto de bolas de Berlim. De muito poucas pastelarias. Mas acho que tinha preferido um gelado ou uma torradinha. Hummm..

 

Vim sentada ao lado do “Raj”, o rei das índias. Ah pois, é que eu, por acaso, até vejo as novela da SIC. Lamento informar e – quiçá – desiludir, mas eu gosto destas novelas, digamos, étnicas. Ver e conhecer usos e costumes de países exóticos.

Voltando ao assunto, lá vim eu todo o caminho sentadinha ao lado de sua majestade. Mas sua majestade tinha algo estranho: as mãos. Eram género Homem da Atlântida mas só não consegui ver se tinha membranas interdigitais. Ou as membranas estavam recolhidas. Não sei.

 

Mas o pior, pior, pior é que de 10 em 10 segundos o príncipe estava a olhar para o relógio. Agora indago eu, reles plebeia, como é que ele conseguia ver as horas naquele movimento tão brusco e por cima do punho do blusão?

Parece-me que “este príncipe” era mesmo… “exótico”!

 

Há Coisas Estranhas...

É do conhecimento geral que para se ter uma vida mais saudável, idealmente deveríamos viver no campo, rodeados de árvores e plantas, que nos fornecessem um ar límpido e fresco.

 

Confesso que esta ideia até não me desagrada para passar uns fins-de-semana, umas férias, aliviar momentos de stress. Mas durante muito tempo não. O silêncio começa a "incomodar-me".

 

Mas parece que há pessoas radicalistas e que levam esta ideia, do ar puro, ao pé da letra.

Um fulano, a quem foi diagnosticado um cancro do pulmão, teve de ser submetido a uma cirurgia. Já na mesa de operações, o cirurgião ao fazer a incisão no pulmão deparou-se com algo espantoso. Em vez de se deparar com o tão terrível cancro, encontrou uma pequena árvore - um abeto - de 5 cm!!!

 

Não é isto incrível?! A situação é tão caricata quanto inexplicável. brincando um bocadinho com a situação, poderíamos dizer que o tal homem tinha uma árvore de Natal no pulmão.

 

Só para terem uma ideia de que árvore se trata, vejam lá a foto.

 

                    

 

 

 

Rescaldo Dos Últimos Dias

 

Ando desaparecida, eu sei. Mea culpa. Quer-se dizer, a culpa não é bem “mea”, é mais dos testes das minhas 9 turmas, das avaliações, dos projectos de turma com prazo para ontem mas de que só nos informaram hoje e, por fim, das reuniões com horas infindáveis. Ah, e isto quase sempre com aulas ao mesmo tempo…

 

Quem disse que os professores não trabalham? Proponho a essas pessoas trocar de profissão só uma semaninha. É que nas outras profissões, trabalha-se durante o horário estabelecido e chega-se àquela hora, pára-se. Os profes não. Temos o horário definido e temos o “trabalho de casa”, como preparar aulas, materiais, avaliações, etc. Ok, reconheço que este trabalho até se podia fazer na escola mas assim sendo, teria que lá dormir e talvez, sublinho, talvez conseguisse vir a casa ao fim-de-semana. Pronto, já sabem o motivo da minha “ausência”.

 

Que os tempos já não são o que era já todos demos por isso. E que as crianças sabem mais do lhes ensinaram, também é do conhecimento público. Pelo menos no que toca a malandrices…

Não é que apanhei dois alunos a copiar descaradamente?! Com cábulas!!! E o mais giro é que não foram alunos mais velhos mas sim um do 1º ano e outro do 2º ano! Vejam lá onde já chegámos! Eu nem queria acreditar quando vi…

 

Passo a explicar: o aluno do 1º ano, com dúvidas numa determinada parte do teste, decidiu sacar o seu portefólio e ir “consultar” a informação. É que a teacher não quer que nada fiquei por fazer… Cof! Cof! Cof!

Depois uma “anjinha” – loirinha, com caracóis e fofinha - do 2º ano tinha uma cábula em papel, um quadradinho de papel que a colega tinha “deixado cair para o chão” quando saiu da sala. E ela depois passou a matéria para um bocadinho da sua folha de papel. Assim já não é considerado cábula pois foi só “para se lembrar” da matéria e o papelinho até estava escondido debaixo da folha do teste…

 

Agora digam lá que os putos não estão a ficar espertos que nem um alho…!!!